29 de jan. de 2010

A casa não caiu


 
       Onde construímos nossa casa? Consoante Cristo Jesus, o homem sensato é semelhante ao que erigiu sua casa sobre a rocha: veio a chuva, veio o vento, veio o sol, e ela não ruiu. Já o insensato é similar ao que edificou sua habitação sobre a areia: veio a chuva, veio o vento, veio o sol, e ela desmoronou.
       Vamos simplificar sem empobrecer a vida. Estamos combinados? O que separa o sensato do insensato? As bases onde construíram suas casas. O resto é igual – chuva, vento e sol. Não queremos doenças, traições, dores, preocupações e qualquer coisa que nos abale o sono. Mas a vida simplesmente acontece desta forma: ficamos doentes, sentimos dores físicas e psicológicas, somos traídos, preocupamo-nos demasiadamente com nossos entes amados e, com isso, dormimos mal.
       Voltemos a Cristo. A própria rocha viva chorou quando seu amigo Lázaro morreu; na cruz, clamou: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?”; nas bodas de Caná, estava muito feliz, pois fora convidado a um casamento. Exemplos da humanidade de Cristo não nos faltariam. Ora, se cristão é outro cristo, e cristo significa ungido, marcado, por que nós, cristão, ficamos desesperados tão facilmente? Seria por não ter fé? Ou seria por não ter conhecimento maduro sobre a vida cristã?
        O casamento é exemplo patente sobre imaturidade. Incontáveis casais se formam em busca da felicidade. Eis algumas boas questões: por que e para que se casar? O que buscar no outro? O que desejar do outro? Felicidade? Então o outro deve me dar felicidade! Certo? Mas... E se a outra pessoa não é feliz? Ela poderá me proporcionar felicidade? Inexoravelmente, a resposta é não. São Francisco de Assis diz que “é dando que se recebe”. Seria possível dar algo que não temos? Não. Voltando aos jovens casais, ao invés de buscar algo no outro, busquemos algo para o outro. Não queiramos que apenas o outro nos faça feliz. Busquemos fazer o outro feliz. Fazendo isso, seremos felizes, pois é dando que se recebe felicidade, alegria, paz, amor, perdão.
       Pronto! Se você conseguiu ler até aqui, vai entender sobre a alegoria das casas. Ambas sofreram as mesmas agressões. Uma caiu, outra ficou em pé. A rocha é Cristo Jesus. E, como Deus é Amor e o Amor tudo perdoa, tudo suporta tudo crê, a resposta às nossas questões é o inverso do que prega o mundo materialista: devemos usar as coisas e amar as pessoas.
       Por fim, o amor ao qual me refiro não se limita ao sentimento. Ele vai além, pois está ligado ao mandamento do Sermão da Montanha: fazei bem aos que vos maltratam; amai vossos inimigos. Cristo não diz “sinta felicidade em ser maltratado ou durma com o inimigo”. Ele ordena: faça o bem a todos, mesmo aos que não merecem. Inevitavelmente, sua casa vai sofrer com chuva, sol, ventos fortes e até terremotos. Mas ela só cairá se você escolher o terreno errado sobre o qual ela estará construída. Paz e Bem.

Um comentário:

  1. ...traigo
    sangre
    de
    la
    tarde
    herida
    en
    la
    mano
    y
    una
    vela
    de
    mi
    corazón
    para
    invitarte
    y
    darte
    este
    alma
    que
    viene
    para
    compartir
    contigo
    tu
    bello
    blog
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    un
    ramillete
    de
    oro
    y
    claveles
    dentro...


    desde mis
    HORAS ROTAS
    Y AULA DE PAZ


    COMPARTIENDO ILUSION
    ELMAR

    CON saludos de la luna al
    reflejarse en el mar de la
    poesía...




    ESPERO SEAN DE VUESTRO AGRADO EL POST POETIZADO DE HÁLITO DESAYUNO CON DIAMANTES TIFÓN PULP FICTION, ESTALLIDO MAMMA MIA, TOQUE DE CANELA ,STAR WARS,

    José
    Ramón...

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