Onde construímos nossa casa? Consoante Cristo Jesus, o homem sensato é semelhante ao que erigiu sua casa sobre a rocha: veio a chuva, veio o vento, veio o sol, e ela não ruiu. Já o insensato é similar ao que edificou sua habitação sobre a areia: veio a chuva, veio o vento, veio o sol, e ela desmoronou.
Vamos simplificar sem empobrecer a vida. Estamos combinados? O que separa o sensato do insensato? As bases onde construíram suas casas. O resto é igual – chuva, vento e sol. Não queremos doenças, traições, dores, preocupações e qualquer coisa que nos abale o sono. Mas a vida simplesmente acontece desta forma: ficamos doentes, sentimos dores físicas e psicológicas, somos traídos, preocupamo-nos demasiadamente com nossos entes amados e, com isso, dormimos mal.
Voltemos a Cristo. A própria rocha viva chorou quando seu amigo Lázaro morreu; na cruz, clamou: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?”; nas bodas de Caná, estava muito feliz, pois fora convidado a um casamento. Exemplos da humanidade de Cristo não nos faltariam. Ora, se cristão é outro cristo, e cristo significa ungido, marcado, por que nós, cristão, ficamos desesperados tão facilmente? Seria por não ter fé? Ou seria por não ter conhecimento maduro sobre a vida cristã?
O casamento é exemplo patente sobre imaturidade. Incontáveis casais se formam em busca da felicidade. Eis algumas boas questões: por que e para que se casar? O que buscar no outro? O que desejar do outro? Felicidade? Então o outro deve me dar felicidade! Certo? Mas... E se a outra pessoa não é feliz? Ela poderá me proporcionar felicidade? Inexoravelmente, a resposta é não. São Francisco de Assis diz que “é dando que se recebe”. Seria possível dar algo que não temos? Não. Voltando aos jovens casais, ao invés de buscar algo no outro, busquemos algo para o outro. Não queiramos que apenas o outro nos faça feliz. Busquemos fazer o outro feliz. Fazendo isso, seremos felizes, pois é dando que se recebe felicidade, alegria, paz, amor, perdão.
Pronto! Se você conseguiu ler até aqui, vai entender sobre a alegoria das casas. Ambas sofreram as mesmas agressões. Uma caiu, outra ficou em pé. A rocha é Cristo Jesus. E, como Deus é Amor e o Amor tudo perdoa, tudo suporta tudo crê, a resposta às nossas questões é o inverso do que prega o mundo materialista: devemos usar as coisas e amar as pessoas.
Por fim, o amor ao qual me refiro não se limita ao sentimento. Ele vai além, pois está ligado ao mandamento do Sermão da Montanha: fazei bem aos que vos maltratam; amai vossos inimigos. Cristo não diz “sinta felicidade em ser maltratado ou durma com o inimigo”. Ele ordena: faça o bem a todos, mesmo aos que não merecem. Inevitavelmente, sua casa vai sofrer com chuva, sol, ventos fortes e até terremotos. Mas ela só cairá se você escolher o terreno errado sobre o qual ela estará construída. Paz e Bem.

...traigo
ResponderExcluirsangre
de
la
tarde
herida
en
la
mano
y
una
vela
de
mi
corazón
para
invitarte
y
darte
este
alma
que
viene
para
compartir
contigo
tu
bello
blog
con
un
ramillete
de
oro
y
claveles
dentro...
desde mis
HORAS ROTAS
Y AULA DE PAZ
COMPARTIENDO ILUSION
ELMAR
CON saludos de la luna al
reflejarse en el mar de la
poesía...
ESPERO SEAN DE VUESTRO AGRADO EL POST POETIZADO DE HÁLITO DESAYUNO CON DIAMANTES TIFÓN PULP FICTION, ESTALLIDO MAMMA MIA, TOQUE DE CANELA ,STAR WARS,
José
Ramón...